A inflação na Argentina está no maior patamar dos últimos 30 anos. Desde abril de 2021 até abril de 2022, a inflação foi de 58%, de acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas de Censos (Indec). Com a alta dos preços, cerca de 37,3% dos argentinos se encontram abaixo da linha da pobreza.

Por isso, de acordo com o relatório “inteligência de Mercado das Américas” da Reuters, a população está se interessando cada vez mais por criptomoedas. O estudo aponta um crescimento de 12% no interesse da população do país em ativos digitais, o dobro de México e Peru.

Em 2021, a Triple A, Aliança Anticomunista Argentina, apresentou um estudo que mostra que 3% da população do país (1,3 milhões de pessoas) utiliza criptomoedas no seu dia a dia.

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De olho nesse cenário, o maior banco do país, Galicia, liberou a negociação de criptomoedas para seus clientes no dia 2 de maio de 2022. Porém, logo no dia 6 de maio, o Banco Central Argentino (BCRA) fez com que o Galicia parasse as operações com criptomoedas, pois era preciso “mitigar os riscos associados com as operações envolvendo ativos digitais”. Além disso, o BCRA proibiu instituições financeiras de oferecerem investimentos cripto para seus clientes.

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Sou Analista de Marketing do Biscoint e fascinado por novas tecnologias e criptomoedas (eu sei que todo mundo que fala sobre Bitcoin diz isso, mas no meu caso é verdade).

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