Mercado

Preço do Bitcoin no Longo Prazo

O resultado de uma enquete mostrou que 42% dos investidores de criptomoedas acreditam que o preço do Bitcoin no longo prazo vai acima dos 100 mil dólares e alcançar milhões.

De acordo com um artigo da NewsBTC, o otimismo é grande. Mais de 3.000 pessoas votaram na enquete produzida por um conhecido perfil cripto no twitter Magic. O investidor, analista e autointitulado provedor de prosperidade tem mais de 20 mil seguidores.

O resultado da enquete mostrou que 42% dos participantes acreditam na superação dos 100 mil. Veja a imagem abaixo que mostra também que 30% dos eleitores escolheram a opção de 20 mil dólares. Isso significa que mais de 70% deles acreditam que o bitcoin vai superar a marca de 2017.

Enquete mostra que 42% dos investidores acreditam que o preço do bitcoin no longo prazo vai superar os 100 mil dólares e chegar aos milhões

O fato é que todos os cenários são possíveis. Existem entusiastas do Bitcoin que dizem: “Quando o bitcoin custava US$ 0,20 ninguém imaginava que chegaria aos US$ 200,00. Quando custava US$ 200,00 ninguém acreditava que chegaria aos US$ 20.000,00”.

É claro que algumas pessoas acreditaram e fizeram fortuna. Outros não ficaram milionários mas tiveram bons retornos financeiros.

Independente de posição, a melhor opção para comprar e vender bitcoins é usar o Biscoint para comparar os preços e tomar a melhor decisão.

Para acompanhar em tempo real o preço do bitcoin nas melhores corretoras do Brasil, acesse biscoint.io.

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JPMorgan lança criptomoeda JPM Coin

Após duras críticas ao bitcoin e às critpomoedas baseadas em blockchain a J. P. Morgan lança a JPM Coin.

Um banco “Contradição”

“Bitcoin não vai sobreviver”. “Bitcoin não vai a lugar nenhum.” “Bitcoin é uma fraude.”

Todas essas frases são citações proferidas pelo CEO da J.P.Morgan, Jamie Dimon em entrevistas desde 2015. Hoje, dia 14 de fevereiro de 2019, ele anunciou a criptomoeda da J.P. Morgan, baseada em blockchain. Chamada de JPM Coin, ela faz o J.P. Morgan ser o primeiro grande e relevante banco a criar uma moeda digital.

O J.P.Morgan tem 220 anos (“com tradição”) é uma das instituições financeiras mais respeitadas no mundo. É também a terceira maior empresa com capital público do mundo de acordo com a Forbes.

No primeiro momento, a aposta de Dimon em criptomoedas pode parecer contraditória. No entanto, se olhar profundamente, notará que essa estratégia está, de certa forma, alinhada com o pensamento original dele – e da instituição.

O JPM Coin funciona de maneira parecida com uma stablecoin. É uma moeda que, embora acionada por blockchain, está ligada a um ativo – neste caso, o dólar. Ao invés de existir independentemente de moeda fiduciária, como o bitcoin, as JPM Coin (s) são convertidas em dólares americanos. Desta forma, elimina-se as repentinas oscilações de valor de outras criptomoedas, efetivamente.

Velocidade vs Privacidade

A proposta de valor do JPM Coin, ao contrário do Bitcoin, não está ligada à privacidade ou ao anonimato. O valor real da JPM Coin, neste momento, é a velocidade. Como Umar Farooq, chefe de iniciativas blockchain da J.P. Morgan, explicou à CNBC, a aplicação mais imediata da JPM Coin será em pagamentos internacionais.

Quando os investidores depositam dinheiro usando a estrutura bancária do J.P. Morgan, eles podem optar por receber criptomoedas (JPM Coin), que vão permitir a realização de transações em todo o mundo rapidamente – sem esperar mais pelas transferências eletrônicas.

O que esperar?

A JPM Coin é apenas a ponta do iceberg da blockchain no J.P. Morgan. Como Farooq diz, “As aplicações são francamente bastante intermináveis”. Isso sinaliza que o futuro da moeda baseada em blockchain, pelo menos no curto prazo, pode não estar no anonimato ou na separação dos governos.

Projetos como o da JPM Coin sugerem um futuro em que as stablecoins, com o apoio de governos e grandes instituições financeiras, podem ser os grandes ganhadores em criptomoedas.

De qualquer forma, para a comunidade das criptomoedas descentralizadas, a contradição é gratificante. Grandes instituições investindo em tecnologias de blockchain tornam as criptomoedas mais conhecidas. Portanto, é possível visualizar benefícios futuros para o bitcoin e as criptos originais.

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Aceitação de Bitcoin - Biscoint

A aceitação de Bitcoin cresceu 702% de 2013 a 2018. Os dados são do CoinMap – ferramenta online de monitoramento de aceitação de criptomoedas – e foram divulgados pela agência de notícias NewsBTC.

As áreas que já se mostravam amigáveis ao uso do Bitcoin se tornaram mais fortes. Além disso, surgiram notáveis e agradáveis surpresas em relação ao Brasil e vizinhança: a América do Sul teve aumento dramático (veja abaixo).

Áreas com locais que aceitavam bitcoins como forma de pagamento em 2013.
Áreas com locais que aceitam bitcoins ao final de 2018.

Ryan Radloff, que é CEO da CoinShares, empresa de gestão de ativos digitais, tuitou as duas imagens. Ele mostrou o aumento do número de locais que aceitam BTC como método de pagamento.

Ele mostrou que o total de negócios amigáveis ao Bitcoin passaram de 1.789 (em 2013) para 14.113 (em 2018).

Como se vê na segunda imagem, anteriormente existiam poucos locais concentrados na Argentina, Chile e Brasil. Agora, em 2018, já é possível ver forte aceitação de bitcoin entre comerciantes locais da Colômbia, Equador e Venezuela – que passa por forte crise política e econômica.

O mapa mostra, também, que ainda existe muitas oportunidades em várias regiões, como África, Oriente Médio e China, para onde empreendedores podem virar suas atenções nos próximos anos.

Vale lembrar que aceitação não é o mesmo que adoção. Não é possível determinar quantas transações foram realizadas de fato. De qualquer forma, o aumento no número de locais amigáveis ao bitcoin é encorajador. Especialmente para os entusiastas do bitcoin.

Acesse biscoint.io para acompanhar o preço do Bitcoin em tempo real nas principais corretoras do Brasil.

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Como (e por quê) comprar Bitcoins?

Destacamos neste artigo alguns conceitos sobre como (e por quê) comprar Bitcoins. Veja também dicas que vão te orientar sobre estratégia a longo prazo.

Como (e por quê) comprar Bitcoins?

COMO COMPRAR BITCOINS?

Você pode comprar bitcoins em exchanges – conhecidas como corretoras, casas de câmbio ou mercados. Além disso, pode comprar diretamente de outra pessoa física. Esta operação é conhecida como P2P – peer to peer ou ponto a ponto. E é a maneira mais anônima de se transacionar criptomoedas.

Às vezes, o preço de uma casa de câmbio pode ser completamente diferente do preço de consenso. Tais eventos ocorrem ocasionalmente em casas de câmbio, seja por erro humano ou de software.

COTAÇÃO E TAXAS

É bom lembrar que os preços mostrados pelas corretoras nem sempre informam tudo. Muitas vezes, as taxas aplicadas tornam o valor diferente do que foi mostrado. Para evitar este tipo de problema, utilize o www.biscoint.io para comparar os preços. No Biscoint, as taxas são consideradas nos preços. Assim, você compra com a certeza de estar pagando o melhor preço.

POR QUÊ COMPRAR BITCOINS

VALOR E “LASTRO” DO BITCOIN

Segundo o BuyBitcoinWorldWide, o Bitcoin vale, em última análise, o preço pelo qual as pessoas o compram e o vendem. Isso é muitas vezes tanto uma questão de psicologia humana quanto de cálculos econômicos.

Não permita que suas emoções ditem suas ações no mercado. Isso é melhor alcançado ao se determinar uma estratégia e aderir a ela.

TENHA UM OBJETIVO CLARO

Se o seu objetivo é acumular Bitcoin, um bom método é reservar uma soma fixa e adequada a cada mês para comprar bitcoins, independentemente do preço.

Ao longo do tempo, essa estratégia (conhecida como média de custo do dólar), permitirá que você acumule bitcoins a um preço médio decente, sem o estresse de tentar prever as oscilações às vezes bruscas do preço do Bitcoin.

LONGO PRAZO

Existem pesquisas que mostram que a maioria dos membros da comunidade bitcoin ao redor do mundo acredita que a criptomoeda vai superar os 100.000 dólares.

Independente se isso vai acontecer ou não, o Bitcoin já é a criptomoeda com maior adoção no mundo. Existem mais brasileiros que possuem bitcoins do que investidores na Bovespa. Além disso, existem vários pontos de venda e empresas de bens e serviços que aceitam BTC como forma de pagamento.

Portanto, a decisão de comprar bitcoins é arriscada, como é com qualquer ativo financeiro. Porém, é inevitável que a criptomoeda se torne a forma de pagamento mais popular em breve.

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3 dicas para comprar o seu primeiro bitcoin

Biscoint traz pra você neste artigo 3 dicas para comprar seu primeiro bitcoin e entrar de vez na era das criptomoedas.

Quando se fala em criptomoedas, ou moedas digitais, o principal nome que vem à tona é o do Bitcoin. Não simplesmente por seu pioneirismo, mas pelo seu valor de mercado, credibilidade e liquidez.

Todos os dias, centenas de brasileiros aderem ao conceito de blockchain e vários outros experimentam pela primeira vez adquirir seus bitcoins.

Se você ainda está na fase de aprendizado, começando a entender bitcoins ou ainda querendo ganhar mais confiança para investir em criptomoedas, leia estes artigos que a Biscoint preparou pra você.

Bitcoin para Iniciantes

Porém, se você já tomou a decisão de apostar nesse mercado, aqui vão 3 dicas para comprar seu primeiro bitcoin com segurança e maximizando as chances de lucro:

3 Dicas para comprar seu Primeiro Bitcoin

1) Faça as contas. Incluindo as taxas.

Sites de comparação e corretoras normalmente mostram os menores preços de bitcoin. Porém, ao final da transação são cobradas taxas que podem tornar o preço mais alto.

Nossa primeira dica é: Procure um comparador de preços que mostre os melhores preços reais, incluindo as taxas. Isso permite que você escolha o melhor preço real para comprar bitcoins.

2) Calcule com atenção quantos bitcoins você quer comprar.

Você sabia que dependendo do valor que você quer investir, a mesma corretora pode ter preços diferentes? A disponibilidade de transações (ordens de compra/venda) pode influenciar no preço que você está pagando ou recebendo. Além disso, as taxas podem variar dependendo do volume de dinheiro ou bitcoins que está sendo movimentado.

3) Escolha uma corretora confiável.

Desde que o bitcoin passou a ficar conhecido globalmente, várias outras criptomoedas foram surgindo. Por isso, é necessário ter atenção redobrada para não cair em golpes ou até mesmo em esquemas de fraude ao comprar e vender essas moedas.

Uma maneira de se prevenir, é realizar suas transações através de corretoras confiáveis. Elas possuem vários métodos e processos que evitam fraudes e minimizam riscos de perda.

Com o Biscoint, você resolve todos estes problemas em apenas um passo. Usar o comparador de preços Biscoint garante que você vai encontrar o melhor preço, porque ele inclui na conta as variações de preço, em relação à quantidade desejada, e todas as taxas que as corretoras cobram. Além disso, você terá acesso a uma lista com as maiores e melhores corretoras do país, tornando o processo ainda mais seguro.

Acesse agora: www.biscoint.io

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As Hashwars

Inicialmente, você sabe o que exatamente são as Hashwars? Em primeiro lugar, os estudiosos dizem que estamos vivendo novos tempos para o mercado de ativos digitais. Segundo, a volatilidade do Bitcoin pode ser afetada devido às hashwars. Consecutivamente, a queda do BTC influenciou direta ou indiretamente na desvalorização de diversas outras criptomoedas. Entenda agora o que são as Hashwars!

O que são as Hashwars? 

Primeiramente, as Hashwars são discussões entre a comunidade de desenvolvedores do Bitcoin sobre a real fidelidade ao white-paper de Satoshi Nakamoto. Assim, ocorreu a conciliação sobre a realização do hard-fork na blockchain do Bitcoin Cash (BCH). Isso fez nascer o Bitcoin Cash Satoshi Vision (BSV). No momento, o BSV obteve uma valorização de aproximadamente 3% enquanto as outras criptomoedas estavam em desvalorização. No momento que este artigo foi escrito, o BSV estava no 8º lugar conforme o CoinMarketCap. O BCH em 6º lugar (análise feita dia 12/12/2018).

Claramente, a competição entre as duas moedas (BCH e BSV) é resultado das implementações ABC e SV. Concluindo, as hashwars são brigas por mudança versus tradicionalismo. Simultaneamente, alguns envolvidos na “guerra do hash” são: Roger Ver (Bitcoin.com), Craig Wrigh (nChain), Calvin Ayre (Coingeek) e Jihan Wu (Bitmain). Além disso, você consegue acompanhar tudo em tempo real no site oficial das Hashwars. Outro ponto, os que apoiam o BSV estão na frente (Roger Ver e Jihan Wu) estão na frente da disputa dos hashs.

A Influência dos Forks nas Criptomoedas

Porquanto, a blockchain é um código aberto e pode influenciar com certeza nas outras criptos. Entretanto, algumas conseguem segurar e outras seguem caindo junto. Afinal, as hashwars se tornam verdadeiras guerras entre desenvolvedores do protocolo do Bitcoin.

Bitcoin Cash (BCH) vs Bitcoin Cash SV (BSV)

Assim sendo, podemos perceber que as hashwars podem trazer diversas consequências. Além disso, a moeda que resultou no BSV ou Bitcoin Cash Satoshi Vision ainda está em fase de desenvolvimento. Um usuário conhecido como “reizu” encontrou uma falha que poderia resultar em gasto duplo.

Assista o vídeo a seguir (em inglês). 


7 Indícios das Hashwars na Comunidade Crypto

  1. Implementações no protocolo de algumas blockchains pode afetar outras criptomoedas;
  2. Entusiastas e desenvolvedores começam a expor opiniões diversas sobre modificações;
  3. As hashwars possuem apoio de diversos mineradores e desenvolvedores da comunidade;
  4. As regras de consenso entre a rede proporcionam hard forks;
  5. Existem implementações concorrentes que são incompatíveis umas com as outras;
  6. Há vários lugares na web que possibilitam assistir o desenrolar do fork em tempo real;
  7. Sites como o Coin Dance Cash transmitem diversas informações sobre as hashwars.

Concluindo, esperamos que você tenha entendido o que são as hashwars e como elas podem influenciar na crypto-economia. O que você pensa sobre as hashwars? Portanto, deixe a gente saber seu ponto de vista nos comentários.

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o que afeta o valor do Bitcoin - Biscoint

As moedas digitais, como o Bitcoin, são globais e descentralizadas e alguns fatores podem afetar o valor do bitcoin. Assim sendo, os fatores políticos e estatais não afetam diretamente as oscilações das criptomoedas, mas existem diversas outras coisas que devemos nos atentar antes de investir em bitcoin. Continue a leitura e entenda como funciona.

Quais fatores afetam na variação do valor do Bitcoin?

Apesar de tudo, o dólar pode afetar diretamente ou indiretamente no valor do Bitcoin e de outras criptomoedas. Afinal, o mundo econômico é cotado em grande parte pela moeda norte-americana. Alguns fatores computacionais, correções no protocolo do software de alguma altcoin, ou até mesmo, ataques de hackers em alguma casa de câmbio refletem no valor do Bitcoin. Assim sendo, podemos afirmar que fatores regulatórios (ETF e SEC por exemplo) também podem afetar. Outro ponto, as brigas entre os entusiastas da tecnologia e desenvolvedores – conhecidas como hashwars – também podem refletir na variação do Bitcoin.

As transações da rede do Bitcoin influenciam no valor?

Enfim, os fatores que podem afetar a variação do preço do Bitcoin podem ser diversos, até mesmo, as famosas “baleias” que podem transacionar com muito volume, isso pode fazer o preço desabar ou subir. Lembra da lei da oferta e demanda? Assim, as quedas ou altas podem ser ocorrer pela movimentação dos ativos digitais. Por isso, recomendamos que você busque investir com inteligência e cautela para ter resultados melhores e entendimento sobre o que afeta .

Como entender o valor do Bitcoin?

Concluindo, resolvemos listar as dicas essenciais para você entender o que afeta o valor do Bitcoin. Listamos abaixo algumas coisas que você precisa ficar de olho para saber investir com mais racionalidade. Entretanto, estude constantemente e fique atento aos diversos fatores do mercado que podem afetar as criptomoedas. Assim, entenda também o que é um “crash“.

Veja algumas dicas a seguir:

  • Acompanhe gráficos diariamente e teorize;
  • Estude constantemente e leia notícias internacionais;
  • Busque fazer análises e quais fatores podem afetar no valor do Bitcoin;
  • Crie uma rotina de estudos e análises;
  • Invista seu dinheiro com inteligência;
  • Assista documentários essenciais sobre Bitcoin 

Enfim, espero que você tenha tido uma compreensão melhor sobre o que afeta o valor do Bitcoin. Concluindo, as criptomoedas são descentralizadas e consideradas ativos escassos. Assim sendo, você precisa entender também a verdade sobre o lastro do Bitcoin. Antemão, estamos totalmente dispostos a te ajudar a tomar a melhor decisão na hora de comprar ou vender bitcoins. Encontrar um único motivo que melhor explique as coisas que afetam no valor do Bitcoin é irrelevante.

Espero que você tenha gostado de entender o que afeta no valor do Bitcoin!

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A princípio, saiba que existem maneiras fáceis e rápidas de comparar o preço do bitcoin.
Por isso, resolvemos facilitar a sua vida e contribuir para que você entenda a utilizar um comparador de preços do Bitcoin. Assim sendo, fique de olhos abertos nas dicas infalíveis do Biscoint. Continue a leitura e aprenda conosco! 

Comparando Preços do Bitcoin com Assertividade

Antemão, você já pensou como seria incrível acompanhar e comparar o preço do bitcoin em todas as principais exchanges brasileiras? Do mesmo modo, o comparador de preços te ajuda a entender quanto vale 1 bitcoin em reais brasileiros, ou em qualquer outra moeda fiduciária que desejar. Além disso, um comparador de preços ajuda você a tomar a melhor decisão na hora de comprar ou vender bitcoins. Imediatamente, entenda como a ferramenta é muito útil, acompanhe conosco e perceba.

De fato, um comparador de preços do bitcoin é essencial para quem precisa tomar decisões rápidas e racionais. Contudo, nós do Biscoint, resolvemos listar as melhores dicas de como comparar o preço do Bitcoin em tempo real. Como foi dito, as dicas são essenciais, lembre-se, recomendamos que leia com atenção e compartilhe com seus amigos se achar conveniente. Eventualmente, você precisará se aprofundar mais e descobrir como o mercado de ativos digitais possui suas especificidades. Vamos lá! Antes de começar, queremos alertar algumas coisas. 

Dicas Infalíveis de Trading Inteligente  

  • tenha a estrutura necessária e diversifique sua carteira
  • disponibilize tempo na agenda e crie uma rotina
  • estude análise gráfica e estatística
  • entenda todos os custos envolvidos nas transações
  • cuidado com as informações que você consome

Assim sendo, vamos entender como comparar os preços do bitcoin! Se você já aplicou as nossas dicas infalíveis para trading inteligente, acompanhe agora e aprenda a comparar o preço do Bitcoin com total comodidade. Nós do Biscoint, acreditamos que é importante você estudar sempre e se aperfeiçoar para agir com mais segurança. Enfim, acompanhe sempre os conteúdos que separamos e saia na frente. Let’s go! 

7 Dicas Sobre Comparar o Preço do Bitcoin

  1. Entenda o índice USTD e Spread
  2. Compreenda os valores das taxas e comissões das corretoras
  3. Utilizando o Biscoint, clique na linha da corretora e visualize mais detalhes
  4. Busque estudar os mercados/corretoras e se realmente são confiáveis
  5. Decida o valor de compra/venda e compare em tempo real
  6. Analise suas escolhas e estude a melhor forma de agir
  7. Atue em prol de obter sucesso e atente-se aos gráficos (TradingView é uma ótima opção).

Agora sim, você poderá comparar os preços do bitcoin com assertividade. Antes de mais nada, somos muito gratos se você acompanhou as dicas até aqui. Em suma, espero que tenha gostado, e jamais deixe de acompanhar o Blog do Biscoint. Dessa forma, você poderá aprender bastante sobre o mercado de criptomoedas e agir com mais assertividade para multiplicar seus ativos digitais. Concluindo, se você gostou das nossas dicas…

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Por Andreas M. Antonopoulos, tradução e adaptação de palestra dada em 03/12/2016 no Coinscrum {MiniCon}, ocorrido no Imperial College em Londres.

aantonop

Hoje eu quero falar sobre “guerra monetária” e a neutralidade do Bitcoin na guerra monetária.

Provavelmente você já me ouviu dizer, já por bastante tempo agora, que eu acreditava que uma das primeiras aplicações que nós veríamos no Bitcoin teriam a ver com remessas internacionais, e aplicações transfronteiriças como importações e exportações, porque essas são áreas onde há uma quantidade de fricção no sistema financeiro tradicional. Então sistemas como Bitcoin, que são muito mais flexíveis, podem criar oportunidades, especialmente oportunidades para pessoas menos privilegiadas ao redor do mundo, especificamente imigrantes fazendo remessas internacionais em que pagam quantias extravagantes pra transmitir por meio de canais tradicionais como o Western Union.

Acontece que eu estava errado. E não é a primeira vez. E nem a última, vai acontecer de novo. Mas vamos ver por quê eu estava errado.

E é aí que fica interessante. Bitcoin não existe no vácuo. Bitcoin é uma moeda e um sistema de pagamentos que existe num mundo altamente competitivo de finanças internacionais, que responde por trilhões de dólares em pagamentos, todo ano, em 194 países.

E e então, enquanto nós ficamos desenvolvendo belas aplicações para o Bitcoin, algo está acontecendo, que eu acho que vai mudar a trajetória de adoção do Bitcoin. Tempos muito empolgantes nos esperam adiante.

O que aconteceu nos últimos dois anos é que nós agora estamos vendo uma guerra monetária em larga escala, que começou pequena logo após a crise financeira de 2008, e foi ganhando tração, e essa guerra monetária vai mudar a trajetória do Bitcoin.

Algo que aconteceu fora do Bitcoin vai mudar como o Bitcoin vai se instalar. E essa guerra monetária tem bilhões de pessoas como reféns, sendo jogadas de um lado pro outro como peões em um jogo político, um jogo geopolítico.

Então, vou dar os nomes de alguns países pra ver se vocês percebem algo em comum: Grécia, Chipre, Espanha, Venezuela, Argentina, Brasil, Índia, Turquia, Paquistão, Ucrânia.

O que esses países têm em comum?

Sim, pessoas maravilhosas e boa comida, mas que também, atualmente, estão metidas tanto em guerras monetárias doméstica como internacional. As pessoas desses países são reféns dessa guerra monetária.

Se você estiver prestando atenção às notícias ultimamente, provavelmente você sabe que, nas últimas cinco semanas, na Índia, com menos de 4 horas de aviso prévio, o primeiro ministro Modi anunciou que as duas cédulas de maior denominação, a de 500 rúpias e a de 1.000 rúpias, não seriam mais “legal tender”, não seriam mais válidas. E deixariam de ser válidas em 4 horas. Assim, removendo 88% do dinheiro em espécie em circulação, num país onde mais de 95% de todas as transações se dão com dinheiro em espécie, onde 60% da população não tem conta bancária, e onde 25% da população não tem identidade com a qual abrir uma conta bancária.

Na minha opinião, isso vai ser visto, no futuro, como um desastre natural, que não foi natural. Totalmente criado pelo homem. Um desastre humanitário que vai se desdobrar no próximo ano, e que vai ter um impacto imenso na Índia.

O efeito imediato provavelmente será a perda de 2 a 4% do PIB do país. Mas o efeito borboleta, à medida que vemos setores inteiros da economia indiana entrarem em paralisia, porque os empregadores não conseguem pagar empregados, porque pessoas não conseguem comprar comida, não conseguem pagar por cuidados médicos, cuidados com saúde, porque não conseguem transacionar de forma nenhuma.

Tem sido um desastre absoluto no curto prazo, e será um desastre continuado no longo prazo.
Não se engane. Esse é um experimento que está sendo conduzido em 15% da humanidade como cobaias. Se esse experimento for bem sucedido – não em termos de como essas pessoas saem dele, mas em termos de se os objetivos do governo são atingidos – esse experimento será repetido.

Será repetido em muitos países. Da mesma forma que o experimento dos resgates a bancos por confisco em Chipre foi exportado pra outros países, e esses experimentos estão acelerando.

Há uma guerra global em andamento ao dinheiro em espécie. Estamos naquele ponto da história que está na mira, na visão dos governos mundiais, erradicar, de uma vez por todas, o dinheiro em espécie.

Este, que é a forma definitiva de dinheiro pessoa a pessoa, transparente e privado, que permite a indivíduos transacionarem localmente dentro da comunidade, agora está sendo erradicado em favor de transações digitais, em plataformas que permitem vigilância, controle, confisco e taxas de juros negativas.

E tudo isso virá logo em seguida, tão logo o dinheiro em espécie não for mais parte do panorama.

Essa é a esperança deles.

E se Deus quiser, vocês se juntarão a mim pra arruinar esse sonho.

Mas há uma outra guerra monetária em andamento, e essa é uma guerra monetária internacional. É aquela em que nação se volta contra nação usando o dinheiro da bandeira, sua moeda nacional, como um instrumento de guerra comercial, pra inclinar a balança comercial e erodir a dívida nacional, em países que estão sofrendo enormes pesos de dívidas que eles não têm esperança de jamais pagar.

Então, se você é um governo, e você tem dívida mensurada em bilhões ou trilhões de dólares, qual a melhor forma de pagar essa dívida? Aumentando o padrão de vida e produtividade até que você cresce a ponto de minimizar a dívida, ou confiscando as poupanças e aposentadorias da classe média, destruindo uma geração de trabalhadores, e fazendo-os pagar através de um imposto oculto, através de inflação?

Bom, a gente sabe que lado os países estão escolhendo, porque a gente vê se concretizar de novo, e de novo, e de novo.

Claro que não é assim que eles vendem. Eles não dizem: nosso plano pra sair da dívida é destruir os pensionistas, e a classe média, e criar um sistema de taxação oculta, e confisco, pra resgatar os bancos e resgatar a dívida do governo.

Ao invés disso, o que eles dizem é: isso vai erradicar o dinheiro negro, isso vai acabar de uma vez por todas com a corrupção, e nós vamos vencer a guerra contra o crime.

E todo mundo diz: uau, parece uma ideia maravilhosa! Bora nessa.

Essa promessa, é quase sempre embrulhada em nacionalismo populista. O grande flagelo do século 21 é o ressurgimento do nacionalismo populista.

O fascismo está aumentando. E assim como os políticos se cobrem com bandeira, eles também criam essa associação com o dinheiro nacional da bandeira, pra embrulhar o dinheiro no véu do nacionalismo, pra embrulhar as políticas de destruição de riqueza e confisco no véu do nacionalismo.

Se você discordar da ideia de que os pensionistas devem pagar pela dívida nacional e pelo resgate dos bancos, se você discorda da ideia de que uma geração inteira de jovens deve se ver permanentemente desempregada ou mal empregada, ou trabalhando em sub-empregos, então você é um traidor do ideal nacionalista de acabar com o crime, o dinheiro negro, e a corrupção.

Você provavelmente tem dinheiro negro escondido, não é mesmo? É essa sua motivação.

Esse é exatamente o tom da discussão que está acontecendo nesse exato momento – em lugares como a Turquia, em que o Erdoğan anunciou que era o dever de todos, como cidadãos turcos, de vender seus dólares, e comprar lira e ouro, a fim de engrandecer o orgulho nacional.

Onde o Modi, na Índia, usou exatamente o mesmo raciocínio, pra fazer todos sofrerem só um tiquinho. Porque as pessoas que mais sofrem não tem voz, eles são invisíveis. Especialmente na Índia.
E a própria classe média, que sofre só um tiquinho, pode se revestir com a bandeira e abraçar esses ideais nacionalistas.

Nessa guerra monetária, há uma força que se mantém neutra. Um porto seguro, como uma estratégia de saída, como uma oportunidade para as pessoas dizerem: quer saber, vá em frente, mas eu tô fora.

E isso é o Bitcoin.

O Bitcoin agora está na iminência de se tornar o porto seguro para bilhões de pessoas ao redor do mundo, que pela primeira vez terão a oportunidade de dizer: “eu já saquei pra onde vocês querem ir, eu não acredito nesse besteirol nacionalista, eu estou vendo a placa de saída, eu vou por aqui”. E saem, e se recusam a participar desses experimentos.

E isso vai mudar radicalmente a trajetória do Bitcoin, vai mudar a tecnologia do Bitcoin, vai mudar a economia do Bitcoin, porque remessas internacionais é algo que os governos conseguem aturar. Tudo bem, vamos deixar que seja mais fácil para os imigrantes pobres mandarem dinheiro pra além dos muros do país, competindo mais ou menos com os bancos até o limite que a gente permite através de regulação.

Mas essa nova proposta de que algumas pessoas vão poder pular fora desse experimento nacionalista, essa guerra monetária, não vai ser encarada com bons olhos.

Bitcoin vai representar, em muitos desses países, uma afronta direta à soberania. E quando soberanos vêem uma ameaça direta ao seu domínio, às suas decisões, não importa quão arbitrárias, caprichosas e unilaterais sejam, não importa quão despreocupadas com o consentimento dos governados elas sejam, eles aplicarão a totalidade da força de que dispõem, a fim de neutralizar aquela ameaça.

Eles vão fracassar.

Mas não vai ser fácil.

Quando essas coisas começam a acontecer, o equilíbrio entre moedas muda. Já começamos a ver isso. Se você quiser comprar Bitcoin na Índia hoje, prepare-se para pagar mais de $1.000 dólares. O prêmio sobre o Bitcoin subiu ao ponto de atingir um prêmio de 22% contra o preço do Bitcoin em qualquer outro mercado. Não dá pra fazer arbitragem sobre essa diferença facilmente, porque não há um fluxo suficientemente grande pro país pra contrabalançar a corrida louca para as saídas que está acontecendo.

O yuan chinês se desvalorizou seis vezes, até agora, em 2016. E toda vez que o yuan chinês se desvalorizou, o valor do Bitcoin subiu em torno de um bilhão de dólares, na medida que milhões de chineses procuraram a saída.

Toda vez que isso acontece, um prêmio é pago. Mas aqui está a boa notícia: adivinha quem ganha esse prêmio? Aqueles que estão dispostos a construir a sinalização para a saída e uma porta – um pequeno caminho enlameado que conduz pra fora desse experimento maluco – recebem em recompensa um prêmio de 20%. As casas de câmbio, os comerciantes do LocalBitcoins, os comerciantes off-chain, do subterrâneo, aqueles dispostos a assumir os riscos, de encarar a mão pesada do soberano, ganham um prêmio. E esse prêmio vai financiar diretamente o desenvolvimento da infraestrutura, liquidez, furtividade, descentralização, evasão, e todas as outras coisas que podem ser necessárias pra permitir que pessoas normais pulem fora da guerra cambial.

Esses experimentos vão posicionar os governos em oposição direta ao Bitcoin. Não por algo que o Bitcoin fez, mas por algo que os governos fizeram a si mesmos.

Quando eu estava crescendo, eu curtia bastante jogos de computador. E um dos meu jogos favoritos é um jogo chamado Sim City. Alguém jogou Sim City? Sim, muita gente jogou Sim City.

Uma das coisas sobre Sim City que era muito legal é que você tinha controle completo e unilateral da economia. E um dos controles que você podia ajustar era o imposto de renda. E era sempre muito tentador, certo? Porque você podia estar jogando e se seu orçamento não estivesse lá balanceado, se as coisas não estivessem indo muito do jeito que você queria no jogo e você não estivesse conseguindo construir rápido como gostaria, você podia aumentar o imposto de renda de 5 pra 6%, e podia aumentar de 6 pra 7%.

Havia consequências, é lógico. E então uma das formas pela qual você aprendia essas consequências é quando você ia longe demais. Então você aumentava de 5 pra 15%, e você enchia seus cofres, porque o rios de imposto de renda fluíam pra você, e você assistia sua população evaporar, enquanto todo mundo abandonava sua cidade.

Esse tipo de jogo tem um nome. São chamados de jogos de Deus. E a razão por que são tão divertidos de se jogar, é que eles te permitem brincar de Deus sobre uma população indefesa.

Olha outro recurso que você podia ter num jogo. Você podia construir sua cidade inteira, e então você podia enviar um tornado, um terremoto, um incêndio gigante, um tsunami, ou até um ataque do Godzilla na sua cidade.

E adivinha? Nenhum desses ataques eram tão eficazes em drenar sua cidade quanto aumentar o maldito imposto de renda.

Essas guerras monetárias são guerras contra a população. Elas são uma forma de guerra civil do governo contra seu próprio povo. Elas destroem gerações. Estima-se que, já nos primeiros dias, na Índia, centenas de pessoas morreram porque não podiam acessar dinheiro para tratamentos médicos, porque eles tinham que esperar em fila, pessoas debilitadas, deficientes, idosos, numa fila, por seis horas, pra pode sacar $30 dólares, se é que tinham esse tanto.

Centenas de pessoas morreram nos primeiros dias. Milhares de pessoas vão morrer, apenas nas próximas semanas, enquanto esse experimento se desdobra. E isso se repete: dezenas de milhares de pessoas morreram na Venezuela, por culpa de controles monetários, por causa da destruição do sistema monetário. Isso é o que acontece quando governos decidem que a maneira de lutar uma guerra comercial é usar o próprio combustível da economia, a coisa da qual as pessoas dependem pra construir um futuro pra si mesmas, como uma arma contra outro governo, e o tiro dessa arma sai pela culatra, e mata seu próprio povo.

Eles vão te dizer que o que estamos fazendo, ao encorajar as pessoas a usarem Bitcoin, é que somos traidores da nação, que somos criminosos, somos marginais, somos traficantes de drogas e terroristas.

Não acredita em mim? Procure o que o governo indiano disse nas últimas duas semanas sobre pessoas que comercializam ouro no mercado negro: terroristas, criminosos, marginais.

Eu sou só um programador, só um palestrante. Não sou um terrorista, não sou um marginal. Mas se eu tiver a oportunidade de construir uma saída desse sistema, eu vou aproveitar essa oportunidade, porque eu sei quem são os verdadeiros terroristas. E não há forma pior de terrorismo que criar guerra contra seu próprio povo, causando ruptura na própria força vital da economia deliberadamente, quando não há crise, criando um desastre natural de proporções enormes, simplesmente pra travar uma guerra monetária contra outro país.

Quem se beneficia, no fim das contas? Os bancos!

Eles são resgatados. Seus balancetes, na Índia, estão disparados. Suas ações, disparadas. O governo? Aumentos enormes na receita. E isso pára a corrupção? Não. Foi combustível para uma absoluta orgia de corrupção que até para a Índia é sem precedentes, da mesma maneira que alimentou uma orgia de corrupção em Chipre, na Grécia, Venezuela, Argentina e Ucrânia.

Quando Modi anunciou que a moeda não seria mais válida dentro de 4 horas, ele também anunciou que os bancos estariam fechados por dois dias – a fim de prevenir que as pessoas iniciassem uma corrida aos bancos.

Quando os bancos abriram, dois dias depois, milagrosamente, uma proporção significativa das reservas de dinheiro que eles possuíam estavam apenas nas notas ruins.

De alguma maneira, algumas pessoas tiveram acesso a esses cofres, e trocaram seu dinheiro enquanto os bancos estavam fechados, aos bilhões de dólares.

De alguma maneira.

Se você estudou economia, um dos aspectos fascinantes em economia é a Lei de Gresham. E a Lei de Gresham diz que dinheiro ruim precede o dinheiro bom na economia. Quando eu li isso, enquanto estudava economia apenas como um hobby, eu não entendi de verdade a Lei de Gresham, e felizmente eu nunca havia visto a Lei de Gresham em ação. Estamos vendo a Lei de Gresham se manifestar, exatamente como previsto, em ação, hoje.

Quando uma pessoa na Índia vai a um caixa automático, quando um venezuelano consegue dinheiro, quando um zimbabuense põe as mãos em dólares americanos, o que eles fazem com esse dinheiro? Eles gastam? Não, de jeito nenhum. Eles o enterram. Eles colocam embaixo do colchão. Eles o escondem, eles o economizam. Porque esse é o dinheiro bom, e ele imediatamente sai da economia. E eles pegam cada cédula fajuta que eles têm, cada nota de trilhão de dólares zimbabuenses, cada bolívar venezuelano que não vale porcaria nenhuma – e são carregados com carrinho de mão e pesados na balança, porque ninguém tem tempo de contá-los -, cada nota de quinhentas rúpias que agora não vale nada, e eles vão para seus funcionários, e seus dependentes, e seus empregados domésticos, e faxineiros, e pessoas que são desprivilegiadas na economia, e dizem: esse é o dinheiro com que vou te pagar agora. Aqui estão seis meses de salário adiantado. É pegar ou largar. Ou você está demitido, a escolha é sua. E eles despejam o dinheiro ruim sobre as pessoas que então têm que ir gastar seis horas numa fila pra trocá-lo, e pra serem questionados sobre como conseguiram esse dinheiro pelo oficial malvado do fisco, a caricatura do funcionário público.

E adivinha com o quê eles pagam as propinas dos funcionários públicos? O mesmo dinheiro ruim. Então o dinheiro ruim é o único que está circulando, e o dinheiro bom desaparece completamente da economia.

E quando eles obtiverem Bitcoin, eles vão hodlar. Eles vão enterrá-lo tão fundo, pra ter certeza que eles têm o bom dinheiro poupado para suas crianças, para o seu futuro, e eles vão trocar o dinheiro ruim por Bitcoin, e hoje em dia, todo dinheiro é dinheiro ruim.

É praí que estamos indo. Dinheiro em espécie está sendo erradicado do mundo como um flagelo. Mas eles não podem ganhar esse jogo, porque dinheiro em espécie é algo que nós podemos criar. Dinheiro em espécie eletrônico. Dinheiro em espécie auto-soberano. Dinheiro em espécie verificável. Dinheiro em espécie digital. Dinheiro em espécie pessoa a pessoa. Bitcoin.

Lembre-se de como isso vai mudar a trajetória da instalação do Bitcoin nos próximos dois anos. Vai ser em oposição direta a essa guerra monetária. E vai ser diretamente financiado pela guerra monetária.

As guerras monetárias vão financiar investimentos em infraestrutura e melhorias no Bitcoin de maneira a gradualmente pegar aquela pequena sinalização de saída e aquela estradinha esburacada atrás dela, e ao longo dos próximos dois anos, enquanto as guerras monetárias se agravam, e se agravam, e se agravam, e elas vão, e elas precisam, à medida que falham e tentam novamente, nós vamos alargar aquela estrada esburacada, até que eventualmente, nós estaremos oferecendo a todas as economias uma rodovia de oito pistas Autobahn de saída da maldita guerra monetária deles, pra qualquer um poder pegar.

Não vai estar disponível pra todo mundo a princípio. Apenas para os mais ricos. Os mais educados, os privilegiados, aqueles que possuem acesso a essas aplicações.

Mas em algum ponto eles vão trazer algumas outras pessoas com eles, e gradualmente eles vão financiar a infraestrutura que vai permitir mais e mais pessoas saltar fora dessas economias.

Então lembre-se que, enquanto isso acontece, nós vamos ser chamados de criminosos por oferecer uma saída. Em seguida vamos ser chamados de criminosos por apontar para a saída. Então vamos ser chamados de criminosos por apenas apontar para o fato de que a economia está em chamas, e que existe uma saída. E em cada estágio de agravamento das guerras monetárias, cada ato que você tomar em oposição ao fato observável de que a economia inteira está em chamas, toda chance que você der às pessoas de se dirigirem às saídas, você será o criminoso.

E não vai demorar pra eles reescreverem a história. Eles vão reescrever a história pra dizer que a razão pela qual os bancos estão falindo, e a razão por que a economia está em chamas, é porquê você forneceu uma saída. É porque o Bitcoin existe.

Eles dirão que o Bitcoin começou o fogo.

E nesse ponto, todos vocês devem repetir e se lembrar o slogan que vai ser importante: nós não somos criminosos. Nós estamos oferecendo uma saída pra todo mundo.

Nós não começamos o incêndio. Ele sempre esteve ardendo, desde que o mundo gira.

Obrigado.

Assista ao vídeo original:

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