Blockchain

Bitcoin para iniciantes

Criamos este artigo para explicar o que é bitcoin para iniciantes. O artigo é baseado na página de aprendizagem do portal blockchain. Você aprenderá o que é bitcoin, pra quê serve, por quê você deveria usar e como comprar bitcoins.

Uma moeda digital descentralizada

Bitcoin é uma moeda digital que circula em uma rede descentralizada. Ele permite que os utilizadores efetuem transações diretamente entre si (peer-to-peer ou ponto-a-ponto), sem um intermediário para gerir a troca de fundos.

Um ativo financeiro seguro

O bitcoin é um ativo digital. Por isso, é usado como outros ativos em troca de bens e serviços. Porém, ao contrário das moedas e ativos tradicionais, o bitcoin é facilmente transportável, divisível e irreversível.

Um recurso eficiente e barato

O Bitcoin aumenta a eficiência do sistema financeiro e permite a prestação de serviços financeiros a um custo drasticamente menor, dando aos utilizadores mais poder e liberdade.

Por quê você deve usar bitcoins?

Existem vários motivos para começar a usar o bitcoin. Aqui estão alguns deles:

  • DESEMPENHO NO MERCADO FINANCEIRO: o bitcoin tem sido a moeda com melhor desempenho no mundo em quatro dos últimos cinco anos.
  • FACILIDADE E BAIXO CUSTO PARA TRANSAÇÕES INTERNACIONAIS: Por ser uma moeda global, é possível enviar Bitcoin para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, sem se preocupar com taxas de transferências internacionais.
  • DESCENTRALIZAÇÃO E SEGURANÇA: Ao guardar o seu bitcoin seguro numa carteira significa não há entidade que possa bloquear os seus fundos.
  • É INCLUSIVO: o bitcoin está permitindo que milhões de pessoas em todo o mundo façam transações, economizem e protejam o seu caminho para um melhor futuro financeiro

Como comprar bitcoins?

São necessários 3 passos simples para comprar bitcoins: criar uma carteira, comprar bitcoins e transferir os bitcoins para sua carteira.

1) CRIAR UMA CARTEIRA

Você precisa de uma carteira (wallet) para armazenar seus bitcoins. Você pode utilizar carteiras virtuais ou físicas (hardware).

Entre as wallets físicas, estão a Trezor e a Ledger. São dispositivos físicos que podem ser conectados ao seu computador e preservam as chaves privadas para total sigilo e segurança.

Por causa do preço alto das wallets físicas, uma alternativa é utilizar as carteiras virtuais (aplicativos para smartphones ou desktop). Sugerimos que você utilize algumas das carteiras a seguir: Samourai ou Blockchain.

Se precisar de ajuda, leia este artigo onde explicamos passo a passo a instalação da wallet (carteira) Samourai.

2) COMPRAR BITCOINS

É possível comprar bitcoins de outra pessoa diretamente (P2P) ou em exchanges (corretoras que intermedeiam as compras e vendas entre pessoas online).

Nossa sugestão é criar uma conta numa exchange confiável (acesse o Biscoint para ver uma lista de corretoras confiáveis) e comprar seus bitcoins lá.

Após a compra, você poderá sacar os bitcoins. Isso significa transferir os bitcoins que você comprou na corretora para sua carteira (online ou física).

Descubra como fazer essa transferência a seguir.

3) TRANSFERIR OS BITCOINS PARA SUA CARTEIRA

Endereço

Ao criar sua carteira, foi gerado um endereço único e exclusivo para você. Este endereço só pode ser acessado para transferir bitcoins para outra pessoa utilizando sua senha (a wallet – física ou virtual – se encarrega de cuidar das chaves privadas). Porém, para receber dinheiro, basta que alguém envie bitcoins para ele.

Isso significa que a corretora onde você comprou seus bitcoins – ou a pessoa que te vendeu os bitcoins – precisa saber qual é esse endereço para te enviar os bitcoins quando você escolher sacá-los.

Veja um exemplo de endereço bitcoin: 149w62rY42aZBox8fGcmqNsXUzSStKeq8C

Sacar os bitcoins da corretora

Você pode optar por deixar seus bitcoins na corretora onde comprou. Porém, essa não é uma boa prática e não é recomendada pela comunidade. Você vai ler e ouvir muito a expressão “exchange não é wallet” ou “corretora não é carteira”. O ideal é sacar os bitcoins e armazenar na sua carteira.

Além disso, se você tiver comprado bitcoin diretamente de uma pessoa (ponto a ponto), essa pessoa precisa transferir os bitcoins para sua carteira diretamente.

Finalmente, ao solicitar um saque de BTC (sigla para bitcoin) para sua carteira, no site ou app da corretora onde estão armazenados os seus bitcoins você deve inserir o endereço da sua carteira e solicitar o envio.

Receber os bitcoins diretamente de outra pessoa

Se for uma pessoa (P2P), basta informar o endereço para a pessoa e aguardar o envio. Normalmente, os blocos são minerados em 10 minutos. Porém, pode demorar horas, dependendo do volume de transações da rede. Em geral, é sugerido aguardar pelo menos 2 confirmações da rede para uma transação ser considerada como efetivada. Reverter 2 confirmações seria extremamente caro (em breve falaremos mais sobre esse assunto – acompanhe nosso blog).

Confirmação da Transação

Quando a transação for confirmada pela rede, os bitcoins estarão disponíveis na sua carteira. Assim, eles poderão ser enviados para outras pessoas (P2P), para outras carteiras ou para outras corretoras. Além disso, também poderão ser usados em vários estabelecimentos e empresas que oferecem produtos e serviços aceitando bitcoin como pagamento.

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Biscoint na Bitconf

Vai ter Biscoint na BITCONF! Conheça o principal evento presencial de bitcoin, criptomoedas e blockchain do Brasil e saiba por que o Biscoint estará presente!

Em sua 7ª edição, a BITCONF reúne milhares de adeptos, investidores e entusiastas das criptomoedas.

Serão dois dias de evento que proporcionarão networking entre empresas, contato entre potenciais clientes e prestadores de serviço e muito mais.

Biscoint na BITCONF
Biscoint estará presente na 7ª BITCONF

“É a maior conferência sobre Bitcoin, criptomoedas e Blockchain do Brasil. Esperamos receber mais de 1.500 pessoas nesta edição. É uma grande oportunidade de conhecer mais sobre o assunto e fazer networking com pessoas desse mercado.”

Criador do evento, Wladimir Crippa é também criador do maior grupo de Bitcoin no Facebook, o BITCOIN BRASIL ORIGINAL.

A Bitconf conquistou o mundo cripto brasileiro e atrai pessoas de todas as regiões do país. Segundo Wladimir Crippa, idealizador do evento, a Bitconf é a maior conferência sobre Bitcoin, Criptomoedas e Blockchain do Brasil. São esperadas mais de 1.500 pessoas em 2019

PALESTRAS

Este ano, segundo a organização, estão previstas várias palestras de autoridades do assunto, incluindo estrangeiros.

Na edição deste ano estão previstas mais de 80 palestrantes, distribuídos em 3 palcos. Um palco com conteúdo para iniciantes, um palco principal no anfiteatro com os principais palestrantes brasileiros e internacionais e um terceiro palco na área de exposição.

Alguns dos palestrantes são: Fernando Ulrich, um dos maiores especialistas em criptoativos do Brasil e analista-chefe da XDEX – empresa criada pelos fundadores da XP Investimentos – e Rafael Peregrino, autoridade em tecnologia e Linux. Entre os palestrantes estrangeiros está Sebastian Serrano, da corretora Ripio.

LANÇAMENTO SURPRESA DO BISCOINT NA BITCONF

O Biscoint marca presença na Bitconf desde a quarta edição, em 2016. E nesta sétima edição não poderia ser diferente.

Além disso, nos dias 4 e 5 de maio, o Biscoint anunciará e apresentará uma novidade que vai sacudir o mercado de bitcoin brasileiro.

Será lançado um novo serviço que será agregado ao portal e que está sendo desenvolvido para facilitar a compra de bitcoins. Aguarde! E não conta pra ninguém. Brincadeira, conta sim!

NÃO PERCA

Veja abaixo informações sobre o evento e saiba como participar.

7ª BITCONF – REBOUÇAS – SÃO PAULO / SP

A 7ª Bitconf acontecerá nos dias 4 e 5 de maio (sábado e domingo, respectivamente) no Centro de Convenções Rebouças. O espaço fica no número 600 da Avenida Rebouças em Pinheiros, São Paulo.

Para adquirir seu ingresso ou saber mais sobre o evento, acesse este link.

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JPMorgan lança criptomoeda JPM Coin

Após duras críticas ao bitcoin e às critpomoedas baseadas em blockchain a J. P. Morgan lança a JPM Coin.

Um banco “Contradição”

“Bitcoin não vai sobreviver”. “Bitcoin não vai a lugar nenhum.” “Bitcoin é uma fraude.”

Todas essas frases são citações proferidas pelo CEO da J.P.Morgan, Jamie Dimon em entrevistas desde 2015. Hoje, dia 14 de fevereiro de 2019, ele anunciou a criptomoeda da J.P. Morgan, baseada em blockchain. Chamada de JPM Coin, ela faz o J.P. Morgan ser o primeiro grande e relevante banco a criar uma moeda digital.

O J.P.Morgan tem 220 anos (“com tradição”) é uma das instituições financeiras mais respeitadas no mundo. É também a terceira maior empresa com capital público do mundo de acordo com a Forbes.

No primeiro momento, a aposta de Dimon em criptomoedas pode parecer contraditória. No entanto, se olhar profundamente, notará que essa estratégia está, de certa forma, alinhada com o pensamento original dele – e da instituição.

O JPM Coin funciona de maneira parecida com uma stablecoin. É uma moeda que, embora acionada por blockchain, está ligada a um ativo – neste caso, o dólar. Ao invés de existir independentemente de moeda fiduciária, como o bitcoin, as JPM Coin (s) são convertidas em dólares americanos. Desta forma, elimina-se as repentinas oscilações de valor de outras criptomoedas, efetivamente.

Velocidade vs Privacidade

A proposta de valor do JPM Coin, ao contrário do Bitcoin, não está ligada à privacidade ou ao anonimato. O valor real da JPM Coin, neste momento, é a velocidade. Como Umar Farooq, chefe de iniciativas blockchain da J.P. Morgan, explicou à CNBC, a aplicação mais imediata da JPM Coin será em pagamentos internacionais.

Quando os investidores depositam dinheiro usando a estrutura bancária do J.P. Morgan, eles podem optar por receber criptomoedas (JPM Coin), que vão permitir a realização de transações em todo o mundo rapidamente – sem esperar mais pelas transferências eletrônicas.

O que esperar?

A JPM Coin é apenas a ponta do iceberg da blockchain no J.P. Morgan. Como Farooq diz, “As aplicações são francamente bastante intermináveis”. Isso sinaliza que o futuro da moeda baseada em blockchain, pelo menos no curto prazo, pode não estar no anonimato ou na separação dos governos.

Projetos como o da JPM Coin sugerem um futuro em que as stablecoins, com o apoio de governos e grandes instituições financeiras, podem ser os grandes ganhadores em criptomoedas.

De qualquer forma, para a comunidade das criptomoedas descentralizadas, a contradição é gratificante. Grandes instituições investindo em tecnologias de blockchain tornam as criptomoedas mais conhecidas. Portanto, é possível visualizar benefícios futuros para o bitcoin e as criptos originais.

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Você sabe o que é a Lightning Network?

#1 – Resumo Geral da Lightning Network

Você sabe o que é a Lightning Network? Inicialmente, algo que devemos nos atentar sobre o assunto é que a rede descentralizada usa de contratos inteligentes em blockchain para gerar pagamentos instantâneos. Assim sendo, a rede Lightning depende da tecnologia blockchain para funcionar com altos volumes e alta velocidade. No momento, a Bitcoin precisa lidar com várias transações com muito mais velocidade do que imaginamos.

#2 – Lightning Network e Escalabilidade 

O que a Lightning Network quer fazer utilizando a blockchain? Podemos ver também, pensando em níveis de escalabilidade, que o BTC é impossibilitado de fazer micro-pagamentos (centavos por exemplo). Todavia, vemos que as taxas cobradas atualmente tornam que tais transações sejam inviáveis na rede. Simultaneamente, a tecnologia fornecerá alta escalabilidade e baixo custo.

#3 – Custo Baixo e Redes Relâmpago  

O que ela propõe? De antemão, ela pode contribuir com transações de baixo custo, redes relâmpagos, micropagamentos, arbitragem de câmbio, canais de pagamento bidirecionais, contratos inteligentes, blockchain as arbiter  (transações fora da blockchain) sem limitações e uma velocidade incrível. Conclusão, sua implementação no Bitcoin será muito relevante em todos os sentidos.

#4 – Funcionalidades da Rede Lightning

Apesar de tudo, a sua complexidade de implementação em todas as blockchains tem um potencial incrível de facilitar e baratear as transações de Bitcoin. Igualmente, podemos perceber que a Lightning Network é algo transformador para a tecnologia disruptiva de diversas criptomoedas em circulação. Assim, a blockchain, principalmente, precisa saber lidar com transações de maneira rápida instantaneamente. De maneira popular, ela veio para melhorar várias coisas interessantes do protocolo das blockchains em funcionamento.

Conclusões 

Perceptivelmente, a tecnologia é eficiente e funcional. Ela pretende popularizar mais e mais as criptomoedas e sua acessibilidade. De maneira geral, a tecnologia vem para revolucionar a maneira que transacionamos nosso dinheiro. De qualquer modo, devemos ficar de olho em tal potencial disruptivo.

Entretanto, devemos também analisar todas argumentações de Joseph Poon sobre a Lightning Network (título original: The Bitcoin Lightning Network: Scalable Off-Chain Instant Payments, Jan. 2016). Afinal, a rede da Bitcoin precisa ser estudada constantemente e tratada com seriedade antes de tomar qualquer decisão precipitada.

Definitivamente, podemos ter certeza que a tecnologia pode contribuir positivamente para o Bitcoin, mas ao mesmo tempo, pode ser complexa e demorada. Enfim, todos os entusiastas e amantes das criptomoedas devem estudar mais sobre o assunto e compartilhar com outras pessoas. Em síntese, nós estamos vivendo tempos incríveis e devemos ser gratos.

Referência: The Bitcoin Lightning Network: Scalable Off-Chain Instant Payments, Jan. 2016

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Mycelia - Música em Blockchain Criado por Imogen Heap

Mycelia – música auto-sustentável em blockchain

Música em Blockchain? Isso mesmo! O projeto desenvolvido por Imogen Heap expande o universo da música em blockchain. Descentralizar é preciso sim! Inicialmente, a equipe do Mycelia – projeto em blockchain criado por Imogen Heap – possibilita maior visibilidade e reconhecimento de produtores, artistas e músicos em prol de facilitar pagamentos, colaborações e desenvolvimento de parcerias. Primeiramente, o projeto foi criado para que o cenário musical consiga trabalhar com mais criatividade no mercado tecnológico atual. Além disso, ela permite que novos negócios e projetos sejam financiados colaborativamente.

O propósito do projeto Mycelia – música em blockchain

Assim sendo, a Mycelia tem o propósito de que profissionais da música possam gerenciar suas carreiras com mais assertividade de forma colaborativa dentro da plataforma. Assim sendo, o projeto de música em blockchain cria um ecossistema vibrante e sustentável. Obviamente, o mercado deve ser justo, sustentável e vibrante e deve envolver todos os serviços de interação musical on-line.

O que Imogen Heap quis proporcionar?

Primeiramente, a blockchain é maravilhosa pra DAPPS (decentralized applications) e isso colaborou para que a Mycelia fosse real e para a independência do mercado fonográfico. Desde já, o projeto música em blockchain de Imogen Heap irá revolucionar o cenário. Assim, Mycelia é um centro de pesquisa e desenvolvimento do meio musical. A criação de Imogen Heap garante que todos os envolvidos sejam pagos e reconhecidos.

Como isso pode mudar a vida de produtores e músicos?

Certamente, a tecnologia do Bitcoin agrega muito valor e também deixa ver que os padrões comerciais, éticos e técnicos são definidos para aumentar a inovação no mercado da música do futuro. Com efeito, a proposta de música em blockchain de Imogen Heap é essencial conectar pontos em comum com todos envolvidos nesta mudança da industria musical. Assim, os participantes da plataforma podem explorar novas soluções tecnológicas e impactar positivamente o ecossistema musical.

A evolução do cenário musical. Mycelia e Imogen Heap - Música em Blockchain

A inovação na indústria fonográfica

Com toda certeza, a música em blockchain irá criar um novo modo de consumo de música. O mercado será mais colaborativo. Em 2018, a artista Imogen Heap, uma apaixonada por bitcoin e inovação, saiu em turnê com o Mycelia World Tour até o verão de 2019. O modelo de turnê escolhido pela artista da música em blockchain está sendo composto por shows, palestras, workshops e exposições. Concluindo, o projeto está rodando por 40 cidades e também está sendo usado como um lançamento oficial do Creative Passport do Mycelia.

O mercado musical vive novos tempos

Em síntese, o mundo globalizado mudou tudo e a tecnologia contribuiu pra que isso ocorresse.
A música em blockchain permite que produtores de música tenham um tecido conector da nova indústria. O Creative Passport é um contêiner digital que armazena informações de perfil verificadas, seus reconhecimentos, suas criações, parceiros de negócio e formas de pagamento. Concluindo, o propósito é que o mercado seja mais colaborativo e ajude os músicos em seus trabalhos. Vivemos num tempo mais técnico e inovador do que nunca! Por fim, a música em blockchain mostra como a industria trabalha através das lentes da arte.

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O que é o Soft Fork e Hard Fork do Bitcoin?

Se você quer começar a investir no mundo das criptomoedas, há dois termos que precisa conhecer: soft fork e hard fork. Eles aparecem com certa frequência nesse meio e consistem em bifurcações. Mas o que isso significa na prática no mundo dos bitcoins (BTC’s)?

Basicamente, um fork é o momento em que há uma divisão na cadeia de blocos, a blockchain. Essa separação pode ser uma atualização ou uma mudança. Em qualquer um dos casos, é preciso entender como as transações são efetuadas na rede e de que forma são interligadas.

É por isso que vamos explicar melhor esse assunto. Então, entenda hard fork e soft fork do Bitcoin a partir de agora. Vamos lá?

O que é o fork?

Você já deve saber que o funcionamento e a operação dessa cadeia na rede do Bitcoin depende de três agentes:

  • usuários: realizam as operações da criptomoeda pelos mineradores;
  • mineradores: são computadores ou agentes que validam as transações e as inserem em um bloco, que posteriormente será validado;
  • nós (nodos): consistem nas máquinas que escaneiam e armazenem os novos blocos no intuito de anexá-los à cadeia, que é descentralizada e está em atualização constante.

Nesse processo, o nó somente aceita um bloco se as operações forem válidas e não houver duplicidade. Além disso, cada um dos nodos tem informações específicas, que não precisam ser constantemente iguais.

Esses nós que contêm novos blocos estão em uma espécie de competição em prol de formar uma nova blockchain. No momento em que encontrar uma cadeia maior em outro nodo, ela é automaticamente baixada, acrescenta um novo agrupamento e pode propagar o comportamento entre outros nós da rede do sistema Bitcoin, por exemplo.

É aí que pode surgir um soft fork ou hard fork. Ele indica que há dois nomes diferentes que desejam agregar as validações de uma mesma cadeia. A questão pode ser solucionada e geralmente é derivada de duas situações pontuais:

  • inconsistências temporárias entre as versões da cadeia de blocos;
  • alterações de função do desenvolvimento da plataforma.

A convergência costuma resolver o problema, sempre com a adição de mais blocos a uma das ramificações do fork. A maior cadeia tende a vencer.

Soft fork vs. hard fork: o que significam?

Iremos explicar pra você o que é isso que pode ocorrer com o Bitcoin (e outras criptomoedas). A explicação anterior focou no que acontece na prática se surgir a necessidade de um fork. Em outras palavras, essa bifurcação aparece quando há uma alteração das regras de consenso da rede da Blockchain. Porém, quais são as características de cada uma dessas modalidades? Listamos abaixo. Confira!

Hard vs. Soft Fork

O soft fork se refere às modificações que restringem as diretrizes aplicadas pelos nós. Nesse caso, há compatibilidade com versões mais antigas.Um exemplo é a modificação do tamanho do bloco, de 1Mb para 0,75Mb. Essa é uma regra mais restrita. Assim, os blocos minerados por nodos de 0,75Mb são aceitos por aqueles que usam a norma anterior.

Os mineradores precisam atualizar a plataforma, mas os usuários continuam a trabalhar normalmente. Já o hard fork é uma modificação que diminui a restrição das diretrizes aplicadas. As regras são flexibilizadas, o que faz um bloco anteriormente considerado inválido se tornar ativo. Continue conosco e entenda de uma vez por todas o que é soft e hard fork.

É o caso de um bloco de 1Mb, que teve seu tamanho alterado para 2Mb. Nesse contexto, os blocos minerados por nós com software de 2Mb não são aceitos pelos nodos que ainda estão desatualizados. Aí existe uma incompatibilidade. Agora, você deve estar se perguntando: o que isso influencia nos meus investimentos? A resposta está em seguida.

Qual o cenário de possível hard fork do bitcoin em 2018?

Tanto o soft fork quanto o hard fork podem ser validados a partir de um consenso. Quando este for geral, permanece uma moeda única. Se a situação for outra, é criada uma criptomoeda diferente com um blockchain separado.

Dois exemplos são o hard fork Bitcoin Cash — ou BCH hard fork — e o Bitcoin Gold. O primeiro é uma bifurcação da cadeia atual. Ela mantém os registros anteriores, mas é incompatível com as propostas de UASF e SegWit2x.

Na prática, a BCH é a continuação do projeto bitcoin no modelo de criptomoeda peer to peer.
O hard fork de 2018 foi anunciado em maio, com a permissão de maiores tamanhos de transações de um bloco e outras correções. Já o Bitcoin Gold que é outra criptomoeda, cuja expectativa é ser uma reserva de valor melhor que o BTC.

Quando será o hard fork Bitcoin Gold? Seu lançamento foi feito em novembro de 2017, mas ele ainda não mostrou seu potencial. Sofreu um ataque DDoS logo no lançamento e, por isso, apresentou um resultado aquém do esperado. Assim, fica claro que o hard fork do Bitcoin pode representar uma boa oportunidade no mundo das criptomoedas. Mas é preciso ficar atento no mercado e buscar evitar problemas.

E você, gostou de entender mais sobre o assunto? Saiba mais sobre bitcoins curtindo nossos perfis nas redes sociais! Estamos no Twitter e no Facebook.

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